Oi pessoal,
Revirando meus arquivos antigos encontrei o texto apresentado a seguir. Ele foi escrito em outubro de 2007, se não me engano, quando alguns membros da família Pinochet foram presos com base no processo sobre o esquema de desvio de verba pública que teria originado a fortuna do falecido general.
Eu estava pensando no Brasil, no Rio de Janeiro, na UFF e em todas as eleições que ocorrerão esse ano. Não sei por que esse texto me chamou a atenção e voltou à minha cabeça. Como quase sempre, sigo o impulso e coloco o assunto na frente de outros que provavelmente seriam mais atuais e interessantes para um eventual leitor. Aí vai:
xxxxxxxxxx
PINOCHET (texto de outubro de 2007)
Colegas,
Talvez esse assunto esteja longe dos temas de discussão prioritários de quase todos vocês, mas creio ser importante refletirmos um pouco sobre ele.
Na última quinta feira, dia 4 de outubro, li nos jornais que diversos membros da família Pinochet haviam sido presos com base no processo sobre o esquema de desvio de verba pública que teria originado a fortuna do falecido general – cerca de 27 milhões de dólares mantidos comprovadamente em contas no exterior.
Não alivia toda a dor e sofrimento causados pela ditadura chilena, mas, confesso, fiquei contente. Provavelmente todos serão soltos hoje e continuarão na sua linha de defesa na qual dizem que o dinheiro hoje no exterior não é fruto de corrupção – e sim de “doações, economias e rendimentos”.
Inacreditável América Latina, que já exorcizou os fantasmas das ditaduras militares e da tortura como instrumento de estado, mas na qual foram necessários quase 40 anos após o golpe militar de 1973 no Chile para que se pudesse falar publicamente: Augusto Pinochet. Ditador, assassino – e CORRUPTO.
Saudações acadêmicas
Heraldo.
xxxxxxxxxx
Como nos letreiros daqueles filmes que, ao final, explicam o destino dos personagens, informo que:
- Os membros da família Pinochet ficaram presos menos de 24 horas, creio.
- O Promotor do caso sofreu severas perseguições após essa prisão temporária dos Pinochet.
Contudo, ainda acredito que a America Latina conseguirá tratar a questão da corrupção endêmica na vida publica como tratou, e vem tratando, a questão das ditaduras militares e do uso da tortura como instrumento de estado.
Corrupção não pode ser tratada como coisa “natural” na política e na vida. No entanto, apesar de muitos repudiarem os políticos (e, como conseqüência, a política), principalmente pelas suspeitas de que uma boa parte deles não teria compromisso com a Ética Pública, eles votam em boa parte exatamente nesses corruptos. Ignoram solenemente dinheiro acumulado de forma suspeita fingindo pragmaticamente acreditar na explicação de que ele seria fruto “doações, economias e rendimentos”.
Numa América Latina onde as grandes fraudes eleitorais e manipulações de massas praticamente se acabaram, isso nos leva a refletir. O que explicaria esse movimento esquizofrênico de repudiar veementemente a corrupção e a falta de ética, mas votar e eleger um grande número de políticos sabidamente incompetentes, corruptos e pouco comprometidos com a democracia, ou, no mínimo, com um passado para lá de duvidoso?
Todos clamam por mudança na política, mas há os que esperam que essas mudanças venham “dos outros”, porque a lama toda em sua volta não seria absolutamente responsabilidade sua - cidadão honesto que só conhece gente bacana. Comportam-se de forma extraordinariamente semelhante a alguns prefeitos que alegaram jamais poder ser responsabilizados pelos recentes deslizamentos de terra causados pelas chuvas, pois a lama seria culpa de “outros” – de seus antecessores, de auxiliares e cientistas que não o alertaram, e de São Pedro, naturalmente.
As verdadeiras mudanças sociais quase sempre coincidem com mudanças de mentalidades e, conseqüentemente, do comportamento de cada indivíduo. Jogar a culpa da corrupção e falta de ética na política “nos outros” é fácil. Esperar que as soluções venham “dos outros” também é fácil. Eximir-se de responsabilidades é mais fácil ainda. Difícil é sair da pasmaceira e da acomodação convenientes, e correr riscos. Trombar com alguns supostos “poderosos”. Viver é correr riscos. Eventualmente tudo pode “continuar como está”. Eventualmente, tudo pode mudar, de repente, quase sempre aos saltos.
E se algum cidadão vota num corrupto supostamente por falta de alternativas para assegurar a execução de obras públicas relevantes, ou porque suas perdas (do ponto de vista material, profissional, etc.) seriam muito grandes com a queda desse dirigente político, é bom refletir. Provavelmente já se tornou também, conscientemente ou não, um corrupto.
Se as críticas à incompetência, à corrupção e ao descalabro ético na política feitas pela maioria das pessoas forem sinceras, basta excluir, no voto, em todas as instâncias possíveis, os indivíduos que são a óbvia negação de todas as nossas expectativas de uma sociedade menos injusta e desequilibrada.
Saudações Acadêmicas,
Heraldo
quinta-feira, 22 de abril de 2010
quarta-feira, 21 de abril de 2010
MANIFESTO À COMUNIDADE ACADÊMICA
É com grande satisfação que observamos a conclusão próxima de pelo menos um dos prédios do Campus Aterrado “ainda” no 1º semestre letivo de 2010. É de pleno conhecimento da Comunidade Acadêmica do PUVR que este prédio faz parte de um dos projetos idealizados, concebidos e implantados exclusivamente por membros de Volta Redonda. Entretanto, desde agosto de 2009, por critério da reitoria da UFF, o PUVR encontra-se sob INTERVENÇÃO de um professor da Escola de Engenharia de Niterói sem conexão com os projetos de Volta Redonda. Como os resultados desta ação da reitoria no PUVR: foram suspensas as reuniões do Conselho do PUVR, desmantelou-se o GREICA (Grupo Especial de implantação do Campus Aterrado), os pagamentos da UFF à empresa construtora atrasaram e os investimentos em recursos humanos e materiais foram reduzidos, perdeu-se a qualidade em importantes itens do projeto e tornou-se impossível a conclusão das obras dos três prédios no prazo contratado. Além disso, adiou-se desnecessariamente a reforma dos Laboratórios de Ensino da EEIMVR e funcionários do Pólo se encontram sob um inaceitável assédio moral. Para compensar parte dos danos irremediáveis à Comunidade e ao erário público, impõem-se a ECHS-VR uma apressada ocupação de um Campus ainda inacabado. Solidarizamo-nos com os docentes, alunos e funcionários da ECHS-VR e do ICEx, que por consequência, dessa desastrosa gestão se encontra sem outra alternativa no momento para resolver os seus problemas de espaço físico. Dirigimo-nos aos conselheiros, no sentido de exigir o respeito e cumprimento da decisão unânime do Conselho do PUVR, legitimamente implantado e democraticamente eleito, em reunião de agosto de 2009 para realizar a Consulta Eleitoral para Diretor e Vice-Diretor do PUVR, cumprindo-se um anseio da Comunidade de Volta Redonda, com o término dessa inaceitável e injustificável INTERVENÇÃO.
SOMOS CONTRA A INTERVENÇÃO,
O PUVR DESEJA ELEIÇÃO JÁ!!!
Grupo Ação Acadêmica
terça-feira, 20 de abril de 2010
sábado, 17 de abril de 2010
MICARETA
Oi pessoal,
Cenas como as que foram mostradas pela TV há algum tempo - políticos flagrados sorridentemente abraçados a pacotes de dinheiro, no chamado “Escândalo do Panetone” - acabam desanimando ainda mais os descrentes na Política (com P maiúsculo) como forma de mudar (e melhorar) a sociedade.
Peço, contudo, que pensem – esse fato não foi corriqueiro. Não se vê todos os dias corruptos flagrados e denunciados através dos principais telejornais (apesar de todo mundo ter uma vaga noção de que essas coisas acontecem no país desde Pedro Alvares Cabral).
Só em Brasília (cujo cinqüentenário praticamente coincide com o da UFF), 3 senadores e um governador tiveram os seus mandatos cassados ou tiveram que renunciar para não tê-los cassados nos últimos anos.
Alguma coisa está mudando.
Até a “grande imprensa” já percebeu há muito tempo que o nível de informação (e, portanto, o de cobrança) das pessoas aumentou. Quem não der atenção a isso, perderá público. A quase totalidade da população “está de olho”, atenta, e quer mais detalhes sobre o que é feito com os impostos pagos pelos cidadãos. Pragmatismo e politização. Nada de se satisfazer apenas com discursos de protesto, mas a exigência de mudança e de resultados visíveis na qualidade de vida. Queremos mais e queremos já.
A campanha morna para reitor da UFF indicaria desinteresse e conformismo, ou que mudaram os tempos com o surgimento de novas práticas políticas? Eu acho que muita coisa mudou e que desse eloqüente silêncio da maioria emergirá, através do voto, posições bastantes claras exigindo ética e mudanças.
Apesar de um aparente marasmo, sob a superfície calma do cotidiano acadêmico há uma movimentação de pessoas insatisfeitas buscando construir uma Universidade ainda melhor - com Excelência Acadêmica e Democracia. Mobilização um tanto espontânea e com mais intuição do que certezas, como iniciam quase todos os processos políticos de massas. Nesse processo de busca de mudança acadêmica com democracia, os envolvidos errarão (erraremos) muito ainda, mas sem perder o ânimo e o senso de humor. Tentaremos.
Para os desanimados, que, equivocadamente, na calma vêem desânimo e acomodação - e com isso perspectiva de continuidade - recomendo que façam uma rápida leitura da letra de Chico Buarque, a seguir. De repente, podemos ter um carnaval fora de hora, uma imensa Micareta Acadêmica. O “samba no pé” de cada um aparecerá naturalmente no momento certo, não tenho dúvidas quanto a isso.
Saudações Acadêmicas,
Heraldo
http://www.heraldo-emlinhareta.blogspot.com/
“Quem me vê sempre parado, distante garante que eu não sei sambar
Tô me guardando pra quando o carnaval chegar
Eu tô só vendo, sabendo, sentindo, escutando e não posso falar
Tô me guardando pra quando o carnaval chegar...
E quem me ofende, humilhando, pisando, pensando que eu vou aturar
Tô me guardando pra quando o carnaval chegar
E quem me vê apanhando da vida duvida que eu vá revidar
Tô me guardando pra quando o carnaval chegar...”
Quando o Carnaval Chegar – Chico Buarque de Holanda
Cenas como as que foram mostradas pela TV há algum tempo - políticos flagrados sorridentemente abraçados a pacotes de dinheiro, no chamado “Escândalo do Panetone” - acabam desanimando ainda mais os descrentes na Política (com P maiúsculo) como forma de mudar (e melhorar) a sociedade.
Peço, contudo, que pensem – esse fato não foi corriqueiro. Não se vê todos os dias corruptos flagrados e denunciados através dos principais telejornais (apesar de todo mundo ter uma vaga noção de que essas coisas acontecem no país desde Pedro Alvares Cabral).
Só em Brasília (cujo cinqüentenário praticamente coincide com o da UFF), 3 senadores e um governador tiveram os seus mandatos cassados ou tiveram que renunciar para não tê-los cassados nos últimos anos.
Alguma coisa está mudando.
Até a “grande imprensa” já percebeu há muito tempo que o nível de informação (e, portanto, o de cobrança) das pessoas aumentou. Quem não der atenção a isso, perderá público. A quase totalidade da população “está de olho”, atenta, e quer mais detalhes sobre o que é feito com os impostos pagos pelos cidadãos. Pragmatismo e politização. Nada de se satisfazer apenas com discursos de protesto, mas a exigência de mudança e de resultados visíveis na qualidade de vida. Queremos mais e queremos já.
A campanha morna para reitor da UFF indicaria desinteresse e conformismo, ou que mudaram os tempos com o surgimento de novas práticas políticas? Eu acho que muita coisa mudou e que desse eloqüente silêncio da maioria emergirá, através do voto, posições bastantes claras exigindo ética e mudanças.
Apesar de um aparente marasmo, sob a superfície calma do cotidiano acadêmico há uma movimentação de pessoas insatisfeitas buscando construir uma Universidade ainda melhor - com Excelência Acadêmica e Democracia. Mobilização um tanto espontânea e com mais intuição do que certezas, como iniciam quase todos os processos políticos de massas. Nesse processo de busca de mudança acadêmica com democracia, os envolvidos errarão (erraremos) muito ainda, mas sem perder o ânimo e o senso de humor. Tentaremos.
Para os desanimados, que, equivocadamente, na calma vêem desânimo e acomodação - e com isso perspectiva de continuidade - recomendo que façam uma rápida leitura da letra de Chico Buarque, a seguir. De repente, podemos ter um carnaval fora de hora, uma imensa Micareta Acadêmica. O “samba no pé” de cada um aparecerá naturalmente no momento certo, não tenho dúvidas quanto a isso.
Saudações Acadêmicas,
Heraldo
http://www.heraldo-emlinhareta.blogspot.com/
“Quem me vê sempre parado, distante garante que eu não sei sambar
Tô me guardando pra quando o carnaval chegar
Eu tô só vendo, sabendo, sentindo, escutando e não posso falar
Tô me guardando pra quando o carnaval chegar...
E quem me ofende, humilhando, pisando, pensando que eu vou aturar
Tô me guardando pra quando o carnaval chegar
E quem me vê apanhando da vida duvida que eu vá revidar
Tô me guardando pra quando o carnaval chegar...”
Quando o Carnaval Chegar – Chico Buarque de Holanda
sexta-feira, 16 de abril de 2010
Reitor da UFF afirma que não tinha estudos específicos sobre o Morro do Bumba
Túlio Brandão - O Globo
RIO - O reitor da Universidade Federal Fluminense (UFF), Roberto Salles, disse em entrevista coletiva nesta quarta-feira (14 de abril), junto com o prefeito de Niterói, Jorge Roberto Silveira, que nenhum dos estudos elaborados pela UFF tratava "especificamente" do Morro do Bumba, onde deslizamento de terra na semana passada provocou mais de 40 mortes. O prefeito anunciou também a criação de um instituto de geotecnia de Niterói, que será chamado de Geonit.
Jorge Roberto Silveira e Roberto Salles, na entrevista coletiva desta quarta-feira, na UFF. Fonte: http://www.noticias.uff.br/noticias/2010/04/coletiva-reitor-prefeito.php
- O professor Adalberto, um dos maiores especialistas do país em aterro sanitário e em geologia, citou em um de seus estudos um ponto do Morro do Bumba, mas ele não tinha o conhecimento de que ali havia um aterro. Ele assinalou o morro pela sua inclinação, não pelo aterro - exemplificou o reitor.
Salles comentou ainda um estudo encomendado à universidade pela prefeitura Niterói:
- Trata-se de um trabalho do professor Elson. O estudo foi feito, mas, na ocasião, os técnicos da prefeitura solicitaram alguns ajustes, e o trabalho voltou para revisão.
O professor do Departamento de Engenharia Civil da UFF e coordenador da pesquisa Elson Antônio Nascimento confirma que não tem conhecimento de estudo especifico sobre o Morro do Bumba, mas cita um relatório de vistoria na comunidade feito em conjunto com a professora Regina Bienenstein, coordenadora do Núcleo de Estudos e Projetos Habitacionais e Urbanos (Nephu) da universidade.
- Inspecionamos o Morro do Bumba em 2004 e detectamos a presença de gás metano. A professora Regina chegou a elaborar proposta de remoção das pessoas que viviam sobre o lixão e levou à prefeitura -conta Elson.
Nesta quarta-feira, a professora Regina também confirmou as declarações do reitor e minimizou a inspeção feita em 2004 no Bumba, após um deslizamento.
- Foi só uma vistoria que gerou uma proposta de projeto apresentado à prefeitura. Eu sequer elaborei um relatório.
Na semana passada, ementrevista à BBC Brasil , a professora afirmou que "a situação de risco estava clara. Parte dos 400 moradores estavam em cima do antigo lixão. As autoridades sabiam".
De acordo com a entrevista à BBC, havia um projeto que recomendava uma série de medidas, entre elas o remanejamento das famílias que ocupavam o lixão para uma área adjacente que não corria risco de deslizamentos.
"Era possível acomodá-las dentro do próprio assentamento (...) Não houve resposta ao meu projeto. Houve a eleição, o comando dos órgãos mudou e isso ficou esquecido", informou à BBC.
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COMENTÁRIOS DOS LEITORES DO O GLOBO
escândalo
15/04/2010 - 09h 02mQUANDO SE VÊ POLÍTICO MENTIROSO/COVARDE, FAZ PARTE( INFELIZMENTE) DE NOSSA CULTURA (ATÉ QUANDO?);AGORA PROFESSOR(ES) É PARA SENTAR NO MEIO FIO E CHORAR LÁGRIMAS DE ESGUINCHO( COMO DIRIA O IMORTAL N.RODRIGUES).VOCES PROFESSORES VÃO DEIXAR UMA MANCHA ( MENTIRA)QUE CARREGARÃO PARA O RESTO DE SUAS VIDAS, JUNTO COM SEUS FILHOS, NETOS, ETC.
POLÍTICOS NÃO! ELES JÁ SÃO ASSIM!
PENSEM NISTO.
Edival Junior
15/04/2010 - 09h 00mEntendam!!! PREFEITURA + UFF = GEO NIT
Edival Junior
15/04/2010 - 08h 58mAgora que o Prefeito anunciou que criará a GEONIT em conjunto com a UFF os discursos começam a mudar.
POLITICAGEM PODRE!!!
Helcio Vasconcellos Dias de - email
15/04/2010 - 08h 52mA única coisa justa em Niterói é pedir o impeachment do Prefeito Jorge Silveira - um governante com três ou quatro mandatos e que nada sabe sobre a situação da sua cidade - certamente contribuiu com tijolos e areia para as construções no morro do Bumba e é diretamente responsável pelas mortes ali ocorridas. Em outras cidades, mesmo no Rio, a distribuição de tijolos se lotes é uma constante desses maus políticos. Vamos expulsá-los, já.
depressao
15/04/2010 - 08h 49mAssuma Dra.Regina! Todos tiram o corpo fora! Então do que ainda ter o ´saber `, a pesquisa e a universidade? Os conselheiros, de que serverm?
Vamos protestar, alguém tem que se responsabilizar! Nós, a sociedade pagamos impostos, e vocês? Só roubam? Os intelectuais são uns hipócritas! Ação, chega de teoria e demagogia!
Vote NULO!
OliviaF
15/04/2010 - 08h 46mBAS77 - o professor da UFF é concursado e trata-se de servidor público federal com nenhuma ligação com a prefeitura.
OliviaF
15/04/2010 - 08h 44mRJHaiti, o peso dos votos dos professores ( que fazem a universidade, pois sem eles não haveria) é o mesmo dos funcionários. E é claro que os alunos não podem ter o mesmo peso por serem temporários... quantas alunos vão votar e sair no final do ano??? E quem aguenta são os que ficam professores e funcionarios.
OliviaF
15/04/2010 - 08h 42mJosé Porto não existe essa história de perder semestre em faculdade pública...o máximo que acontece é o semestre não acabar no mesmo mês que as faculdades particulares.
SilviaKersh
15/04/2010 - 08h 40mO atual Reitor da Uff foi eleito por uma quantidade absurda de funcionários da entidade por causa de sua promessa de campanha de fazê-los trabalhar apenas 30 horas recebendo por 44 horas semanais. Belo exemplo de ética...
Marlene de Oliveira Ganime - email
15/04/2010 - 08h 16mUé, desapareceu ??? meu Deus quanta mentira, quanta hipocrisia!!
Será que esse "prefeito" não vê que é pior esse tipo de ação?
MENGÃO110
15/04/2010 - 07h 16mue, agora sumiu o estudo??
aí tem....ah se tem!
Markus Cohen
15/04/2010 - 04h 13mTodos os meus comentários estnao sendo barrados? Censura!
ana lúcia torres
15/04/2010 - 00h 57mTanto o prefeito de Niterói quanto o reitor da UFF, que resolveram produzir factoides juntos para tentar iludir o povo, precisam ser investigados pelo Ministério Público, porque são pesadas as denúncias contra os dois.
José Porto
15/04/2010 - 00h 51mMinha filha está há 2 semanas sem aulas no Instituto de Artes e Comunicação Social da UFF, interditado em razão das chuvas. O reitor da UFF, absurdamente, não tomou providência alguma para ceder outro prédio, emergencialmente, para alojar IACS. 1.500 alunos correm o risco de perder o semestre letivo pela incompetência do reitor Salles.
aline stelman
15/04/2010 - 00h 47mO reitor da UFF, R, Salles, faz faz péssima gestão e tenta desesperadamente aparecer porque sabe que o candidato da oposição, prof. Palharini, é o favorito. Salles é demagogo e inoperante.
RJhaiti
15/04/2010 - 00h 44mSera q vai ser possível confiar na GEONIT com esse prefeito q nada sabe e com um reitor q desmoraliza seus professores e/pesquisadores? Com o prefeito a "chacoalhar" com arrogância o trabalho de um professor/pesquisador q alertava para os riscos q desdenharam??? MP cade vcs? Niterói está refém! Pelo visto os professores/pesquisadores tb!
RJhaiti
15/04/2010 - 00h 33mQue vergonha! primeiro desmoraliza os professores/pesquisadores, depois promete um "cala a boca" com essa empresa - mais um cabide de empregos!reitores são eleitos sim - e nova eleição da uff está próxima- e se não me engano proporcionalmente os votos dos professores tem mais peso... Que vergonha!!! O haiti é aqui! Enquanto isso inúmeros desabrigados, órfãos, familias dizimadas, verdadeiro desdém verdadeiro descaso! Que vergonha! Quem ama cuida! Quem ama não mata! Vergonha! Vergonha!
BAS77
15/04/2010 - 00h 28mMAIS BALELA!
A UFF É TRADICIONALMENTE PETISTA!
É ÓBVIO Q A PROFESSORA ESTÁ PRECIONADA.
NÃO SERIA DEMITIDA CASO NÃO CEDESSE À PRESSÃO, ENTRETANTO, CERTAMENTE SOFRERIA SÉRIAS CONSEQUENCIAS.
É ISSO AÍ, E AGORA O PREFEITO CAÔLHA DEPOIS DE TUDO GANHOU MAIS UM CABIDE DE EMPREGOS...
O POVO TEM OS GOVERNANTES Q MERECE!
BAS77
15/04/2010 - 00h 28mMAIS BALELA!
A UFF É TRADICIONALMENTE PETISTA!
É ÓBVIO Q A PROFESSORA ESTÁ PRECIONADA.
NÃO SERIA DEMITIDA CASO NÃO CEDESSE À PRESSÃO, ENTRETANTO, CERTAMENTE SOFRERIA SÉRIAS CONSEQUENCIAS.
É ISSO AÍ, E AGORA O PREFEITO CAÔLHA DEPOIS DE TUDO GANHOU MAIS UM CABIDE DE EMPREGOS...
O POVO TEM OS GOVERNANTES Q MERECE!
BAS77
15/04/2010 - 00h 28mMAIS BALELA!
A UFF É TRADICIONALMENTE PETISTA!
É ÓBVIO Q A PROFESSORA ESTÁ PRECIONADA.
NÃO SERIA DEMITIDA CASO NÃO CEDESSE À PRESSÃO, ENTRETANTO, CERTAMENTE SOFRERIA SÉRIAS CONSEQUENCIAS.
É ISSO AÍ, E AGORA O PREFEITO CAÔLHA DEPOIS DE TUDO GANHOU MAIS UM CABIDE DE EMPREGOS...
O POVO TEM OS GOVERNANTES Q MERECE!
tullio bonvini macacchero
14/04/2010 - 22h 42mPronto,o prefeito de niteroi, Jorge aquele que ignora, arrumou m jeito de mais empreguismo na cidade. o tal geonit. mais empregos para os amigos dele. Vcs sabiam que existe um tal conselho consultivo em niteroi, com 25 pessoas ue recem seis mil por mes para não fazer nada?
Poucas
14/04/2010 - 20h 23mReitores são eleitos sim. Servidores e alunos da Universidade votam.
VotoNuloJá
14/04/2010 - 19h 13mEle é nomeado, não?
Acho q não podem eleger reitores...
Essa UFF deve ser melhor q a UNB q até a casa do cara lá bancava a decoração de obras de artes...
18h58 #metro rio operando com intervalos irregulares. Linha 1 std zn e linha 2. Toh a + 10 min esperando o metro. Rh
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